Olá, leitor e leitora!
Você que é líder ou aspira ao cargo, já parou para pensar que, infelizmente, seu tempo pode estar sendo gasto mais para controlar a equipe do que, propriamente, agir como gestor, para melhorar sua área/empresa?
O resultado disso é que vemos empresas cada vez menos produtivas, com equipes incomodadas e apresentando rendimento abaixo do esperado.
Acredito que essa situação seja decorrente de vários erros na empresa, mas, principalmente, em função da comunicação pouco assertiva e da falta de adoção de processos práticos e efetivos.
Além disso, existem chefes com o “cacoete” de passar mais tempo controlando o trabalho da equipe ou buscando informações sobre o andamento das atividades, do que de fato, atuando como gestores.
A consequência desse desvio é gente mais e mais sobrecarregada, convivendo com gente ociosa, no mesmo espaço físico. E o pior, sendo assistidos por chefes/líderes que ainda não se encontraram na função.
Trazendo o conceito para uma forma ainda mais simples, entendo que as lideranças precisam deixar de “meio que” trabalhar, para, de fato, focar na estratégia da empresa e no desenvolvimento de pessoas.
Como líder, desenvolver essa competência é condição básica para você se manter no cargo, além de, ao adotar essa forma de atuar, suas chances de crescimento, com certeza, aumentarão.
Deixo aqui um questionamento para o líder, colocar na pauta das suas discussões diárias:
Fazer parte da estatística dos “meio que” trabalham é muito mais uma opção do que falta de resolução, ou seja, você decide o quê e quando fazer”.
Lembre-se que antes de tentar liderar uma equipe, você precisa entender suas expectativas e descobrir onde elas vão levá-lo. Quando isso estiver claro para você, sua equipe, certamente, estará contigo!
Pense nisso!